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PARA QUE SERVE A MEMÓRIA RAM?
PARA QUE SERVE A MEMÓRIA RAM?
ESTUDO SOBRE PARA QUE SERVE A MEMÓRIA RAM?
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QUE SERVE A MEMÓRIA RAM?
PARA QUE
SERVE A MEMÓRIA RAM?
Memória de acesso aleatório (do inglês Random Access Memory,
frequentemente abreviado para RAM) é um tipo de memória que permite a leitura e
a escrita, utilizada como memória primária em sistemas eletrônicos digitais. O
termo acesso aleatório identifica a capacidade de acesso a qualquer posição em
qualquer momento, por oposição ao acesso sequencial, imposto por alguns
dispositivos de armazenamento, como fitas magnéticas. O nome não é
verdadeiramente apropriado, já que outros tipos de memória (como a ROM) também
permitem o acesso aleatório a seu conteúdo. O nome mais apropriado seria Memória
de Leitura e Escrita. Apesar do conceito de memória de acesso aleatório ser
bastante amplo, atualmente o termo é usado apenas para definir um dispositivo
eletrônico que o implementa, basicamente um tipo específico de chip. Nesse caso,
também fica implícito que é uma memória volátil, isto é, todo o seu conteúdo é
perdido quando a alimentação da memória é desligada. A memória principal de um
computador baseado na Arquitetura de Von-Neumann é constituída por RAM. É nesta
memória que são carregados os programas em execução e os respectivos dados do
utilizador. Uma vez que se trata de memória volátil, os seus dados são perdidos
quando o computador é desligado. Para evitar perdas de dados, é necessário
salvar a informação para suporte não volátil (por ex. disco rígido), ou memória
secundária.
Há também quem diga que uma memória volátil pode ser "burlada" ou "congelada"
com hidrogênio liquido, ou seja, mesmo a memória sendo desligada, ela não
perderia seus dados.
Introdução
Depois do processador, temos a memória RAM, usada por ele
para armazenar os arquivos e programas que estão sendo processados. A quantidade
de memória RAM disponível tem um grande efeito sobre o desempenho, já que sem
memória RAM suficiente o sistema passa a usar memória swap, que é muito mais
lenta. A principal característica da memória RAM é que ela é volátil, ou seja,
os dados se perdem ao reiniciar o micro. É por isso que ao ligar é necessário
sempre refazer todo o processo de carregamento, em que o sistema operacional e
aplicativos usados são transferidos do HD para a memória, onde podem ser
executados pelo processador.[1]
Os chips de memória são vendidos na forma de pentes de memória. Existem pentes
de várias capacidades, e normalmente as placas possuem dois ou três encaixes
disponíveis. Você pode instalar um pente de 512 MB junto com o de 256 MB que
veio no micro para ter um total de 768 MB, por exemplo.[1]
Tipos
Exemplo de memória gravavél de acesso aleatório volátil: Módulos Synchronous
Dynamic RAM, usada principalmente como memória principal em computadores
pessoais, workstations e servidores.Existem basicamente dois tipos de memória em
uso: SDR e DDR. As SDR são o tipo tradicional, onde o controlador de memória
realiza apenas uma leitura por ciclo, enquanto as DDR são mais rápidas, pois
fazem duas leituras por ciclo. O desempenho não chega a dobrar, pois o acesso
inicial continua demorando o mesmo tempo, mas melhora bastante. Os pentes de
memória SDR são usados em micros antigos: Pentium II e Pentium III e os
primeiros Athlons e Durons soquete A. Por não serem mais fabricados, eles são
atualmente muito mais raros e caros que os DDR, algo semelhante ao que aconteceu
com os antigos pentes de 72 vias, usados na época do Pentium 1.[1]
É fácil diferenciar os pentes SDR e DDR, pois os SDR possuem dois chanfros e os
DDR apenas um. Essa diferença faz com que também não seja possível trocar as
bolas, encaixando por engano um pente DDR numa placa-mãe que use SDR e
vice-versa. Mais recentemente, temos assistido a uma nova migração, com a
introdução dos pentes de memória DDR2. Neles, o barramento de acesso à memória
trabalha ao dobro da freqüência dos chips de memória propriamente ditos. Isso
permite que sejam realizadas duas operações de leitura por ciclo, acessando dois
endereços diferentes. Como a capacidade de realizar duas transferências por
ciclo introduzida nas memórias DDR foi preservada, as memórias DDR2 são capazes
de realizar um total de 4 operações de leitura por ciclo, uma marca
impressionante. Existem ainda alguns ganhos secundários, como o menor consumo
elétrico, útil em notebooks.[1]
Os pentes de memória DDR2 são incompatíveis com as placas-mãe antigas. Eles
possuem um número maior de contatos (um total de 240, contra 184 dos pentes DDR),
e o chanfro central é posicionado de forma diferente, de forma que não seja
possível instalá-los nas placas antigas por engano. Muitos pentes são vendidos
com um dissipador metálico, que ajuda na dissipação do calor e permite que os
módulos operem a freqüências mais altas.[1]
Capacidade e Velocidade
Chip de 1 Megabyte - Um dos últimos modelos desenvolvidos pela VEB Carl
Zeiss Jena em 1989.A capacidade de uma memória é medida em Bytes, kilobytes (1
KB = 1024 ou 210 Bytes), megabytes (1 MB = 1024 KB ou 220 Bytes) ou gigabytes (1
GB = 1024 MB ou 230 Bytes).
A velocidade de funcionamento de uma memória é medida em Hz ou MHz. Este valor
está relacionado com a quantidade de blocos de dados que podem ser transferidos
durante um segundo. Existem no entanto algumas memórias RAM que podem efetuar
duas transferências de dados no mesmo ciclo de clock, duplicando a taxa de
transferência de informação para a mesma frequência de trabalho. Além disso, a
colocação das memórias em paralelo (propriedade da arquitetura de certos
sistemas) permite multiplicar a velocidade aparente da memória.
Cache
Top LR, DDR2 com dissipador de calor, DDR2 sem dissipador de calor, Laptop DDR2,
DDR, DDR LaptopDe qualquer forma, apesar de toda a evolução a memória RAM
continua sendo muito mais lenta que o processador. Para atenuar a diferença, são
usados dois níveis de cache, incluídos no próprio processador: o cache L1 e o
cache L2. O cache L1 é extremamente rápido, trabalhando próximo à freqüência
nativa do processador. Na verdade, os dois trabalham na mesma freqüência, mas
são necessários alguns ciclos de clock para que a informação armazenada no L1
chegue até as unidades de processamento. No caso do Pentium 4, chega-se ao
extremo de armazenar instruções já decodificadas no L1: elas ocupam mais espaço,
mas eliminam este tempo inicial. De uma forma geral, quanto mais rápido o cache,
mais espaço ele ocupa e menos é possível incluir no processador. É por isso que
o Pentium 4 inclui apenas um total de 20 KB desse cache L1 ultra-rápido, contra
os 128 KB do cache um pouco mais lento usado no Sempron.[1]
Em seguida vem o cache L2, que é mais lento tanto em termos de tempo de acesso
(o tempo necessário para iniciar a transferência) quanto em largura de banda,
mas é bem mais econômico em termos de transistores, permitindo que seja usado em
maior quantidade. O volume de cache L2 usado varia muito de acordo com o
processador. Enquanto a maior parte dos modelos do Sempron utilizam apenas 256
KB, os modelos mais caros do Core 2 Duo possuem 4 MB completos.[1]
Invenção
O Escritório de Patentes americano forneceu a patente
3,387,286, "Field Effect Transistor Memory", de 4 de julho de 1968, para Robert
H. Dennard, da IBM, por uma célula DRAM de um transistor (1 bit).
Fonte Wikipédia