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O QUE É VÍRUS
O QUE É VÍRUS
ESTUDO SOBRE VÍRUS
SOBRE VÍRUS
O QUE SÃO VÍRUS
Em informática, um vírus de computador é um programa
malicioso desenvolvido por programadores que, tal como um vírus biológico,
infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros
computadores, utilizando-se de diversos meios.
A maioria das contaminações ocorre pela ação do usuário, executando o arquivo
infectado recebido como um anexo de um e-mail. A contaminação também pode
ocorrer por meio de arquivos infectados em pen drives ou CDs. A segunda causa de
contaminação é por Sistema Operacional desatualizado, sem correções de
segurança, que poderiam corrigir vulnerabilidades conhecidas dos sistemas
operacionais ou aplicativos, que poderiam causar o recebimento e execução do
vírus inadvertidamente. Ainda existem alguns tipos de vírus que permanecem
ocultos em determinadas horas, entrando em execução em horas especificas.
História
Evolução da quantidade de Vírus informático ao longo dos anos.Em 1983, Len
Eidelmen demonstrou em um seminário sobre segurança computacional, um programa
auto-replicante em um sistema VAX11/750. Este conseguia instalar-se em vários
locais do sistema. Um ano depois, na 7th Annual Information Security Conference,
o termo vírus de computador foi definido como um programa que infecta outros
programas, modificando-os para que seja possível instalar cópias de si mesmo. O
primeiro vírus para PC nasceu em 1986 e chamava-se Brain, era da classe dos
Vírus de Boot, ou seja, danificava o sector de inicialização do disco rígido. A
sua forma de propagação era através de um disquete contaminado. Apesar do Brain
ser considerado o primeiro vírus conhecido, o título de primeiro código
malicioso pertence ao Elk Cloner, escrito por Rich Skrenta.
Dados estatísticosAté 1995 - 15.000 vírus conhecidos;
Até 1999 - 20.500 vírus conhecidos;
Até 2000 - 49.000 vírus conhecidos;
Até 2001 - 58.000 vírus conhecidos;
Até 2005 - Aproximadamente 75.000 vírus conhecidos;
Até 2007 - Aproximadamente 200.000 vírus conhecidos;
Até Novembro de 2008 - Mais de 530.000 vírus conhecidos.
Até Março de 2010 - Mais de 950.000 vírus conhecidos.
Evolução dos vírus dos micro-computadores
1983 - O pesquisador Fred Cohen (Doutorando de Engª. Elétrica da Univ. do Sul da
Califórnia), entre suas pesquisas, chamou os programas de códigos nocivos como
"Vírus de Computador".
1987 - Surge o primeiro Vírus de Computador escrito por dois irmãos: Basit e
Amjad que foi batizado como 'Brain', apesar de ser conhecido também como:
Lahore, Brain-a, Pakistani, Pakistani Brain, e UIU. O Vírus Brain documentado
como 'Vírus de Boot', infectava o setor de incialização do disco rígido, e sua
propagação era através de um disquete que ocupava 3k, quando o boot ocorria, ele
se transferia para o endereço da memória "0000:7C00h" da Bios que o
automaticamente o executava.
1988 - Surge o primeiro Antivírus, por Denny Yanuar Ramdhani em Bandung,
Indonésia. O primeiro Antivírus a imunizar sistema contra o vírus Brain, onde
ele extrai as entradas do vírus do computador em seguida imunizava o sistema
contra outros ataques da mesma praga
1989 - Aparece o Dark Avenger, o qual vem contaminando rapidamente os
computadores, mas o estrago é bem lento, permitindo que o vírus passe
despercebido. A IBM fornece o primeiro antivírus comercial. No início do ano de
1989, apenas 9% das empresas pesquisadas tinha um vírus. No final do ano, esse
número veio para 63%.
1992 - Michelangelo, o primeiro vírus a aparecer na mídia. É programado para
sobregravar partes das unidades de disco rígido criando pastas e arquivos com
conteúdos falsos em 6 de março, dia do nascimento do artista da Renascença. As
vendas de software antivírus subiram rapidamente.
1994 - Nome do vírus Pathogen, feito na Inglaterra, é rastreado pela Scotland
Yard e o autor é condenado a 18 meses de prisão. É a primeira vez que o autor de
um vírus é processado por disseminar código destruidor.
1995 - Nome do vírus Concept, o primeiro vírus de macro. Escrito em linguagem
Word Basic da Microsoft, pode ser executado em qualquer plataforma com Word - PC
ou Macintosh. O Concept se espalha facilmente, pois se replicam através do setor
de boot, espalhando por todos os arquivos executaveis.
1999 - O vírus Chernobyl, deleta o acesso a unidade de disco e não deixa o
usuário ter acesso ao sistema. Seu aparecimento deu-se em abril. Sua
contaminação foi bem pouca no Estados Unidos, mas provocou danos em outros
países. A China sofreu um prejuízo de mais de US$ 291 milhões. Turquia e Coreia
do Sul foram duramente atingidas.
2000 - O vírus LoveLetter, liberado nas Filipinas, varre a Europa e os Estados
Unidos em seis horas. Infecta cerca de 2,5 milhões a 3 milhões de máquinas.
Causou danos estimados em US$ 8,7 bilhões.
2001 - A "moda" são os códigos nocivos do tipo Worm (proliferam-se por páginas
da Internet e principalmente por e-mail). Nome de um deles é o VBSWorms
Generator, que foi desenvolvido por um programador argentino de apenas 18 anos.
2007 - Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de vírus no Orkut que é
capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da
vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro
infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles que
receberem o recado terem de "clicar" em um link para se infectar, a relação de
confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário
"clicar" sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um
arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de
baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para
todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usando a rede do
Orkut, o vírus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico
Banker.
[editar] Crackers e hackersHá quem diga que cracker e hacker são a mesma coisa,
mas tecnicamente há uma diferença. Hackers são os que quebram senhas, códigos e
sistemas de segurança por puro prazer em achar tais falhas. Preocupam-se em
conhecer o funcionamento mais íntimo de um sistema computacional ou seja uma sem
intenções de prejudicar outras ou invadir sistemas. Já o Cracker é o criminoso
virtual, que extorque pessoas usando seus conhecimentos, usando as mais variadas
estratégias. Há cerca de 20 anos, eram aficcionados em informática, conheciam
muitas linguagens de programação e quase sempre jovens, que criavam seus vírus,
para muitas vezes, saber o quanto eles poderiam se propagar. Hoje em dia é
completamente diferente; são pessoas que atacam outras máquinas com fins
criminosos com um objetivo traçado: capturar senhas bancárias, números de conta
e informações privilegiadas que lhes despertem a atenção. Porém, já se criou um
verdadeiro mercado negro de vírus de computador, onde certos sites,
principalmente russos, disponibilizam downloads de vírus e kits para qualquer um
que puder pagar, virar um Cracker, o que é chamado de terceirização da
"atividade". Em geral um hacker não gosta de ser confundido com um cracker.[carece
de fontes?]
Vírus de Boot
Um dos primeiros tipos de vírus conhecido, o vírus de boot
infecta a parte de inicialização do sistema operacional. Assim, ele é ativado
quando o disco rígido é ligado e o sistema operacional é carregado.
Time Bomb
Os vírus do tipo "bomba-relógio" são programados para se
ativarem em determinados momentos, definidos pelo seu criador. Uma vez
infectando um determinado sistema, o vírus somente se tornará ativo e causará
algum tipo de dano no dia ou momento previamente definido. Alguns vírus se
tornaram famosos, como o "Sexta-Feira 13", "Michelangelo", "Eros" e o "1º de
Abril (Conficker)".
Minhocas, worm ou vermesVer artigo principal: Worm
Como o interesse de fazer um vírus é ele se espalhar da forma mais abrangente
possível, os seus criadores por vezes, deixaram de lado o desejo de danificar o
sistema dos usuários infectados e passaram a programar seus vírus de forma que
apenas se repliquem, sem o objetivo de causar graves danos ao sistema. Desta
forma, os seus autores visam a tornar suas criações mais conhecidas na Internet.
Este tipo de vírus passou a ser chamada de verme ou worm. Eles estão mais
aperfeiçoados, já há uma versão que ao atacar a máquina hospedeira, não só se
replica, mas também se propaga pela internet,pelos e-mail que estão registrados
no cliente de e-mail, infectando as máquinas que abrirem aquele e-mail,
reiniciando o ciclo.
Trojans ou cavalos de TróiaVer artigo principal: Trojan
Certos vírus trazem em seu bojo um código a parte, que permite a um estranho
acessar o micro infectado ou coletar dados e enviá-los pela Internet para um
desconhecido, sem notificar o usuário. Estes códigos são denominados de Trojans
ou cavalos de Tróia.
Inicialmente, os cavalos de Tróia permitiam que o micro infectado pudesse
receber comandos externos, sem o conhecimento do usuário. Desta forma o invasor
poderia ler, copiar, apagar e alterar dados do sistema. Atualmente os cavalos de
Tróia agora procuram roubar dados confidenciais do usuário, como senhas
bancárias.
Os vírus eram no passado, os maiores responsáveis pela instalação dos cavalos de
Tróia, como parte de sua ação, pois eles não têm a capacidade de se replicar.
Atualmente, os cavalos de Tróia não mais chegam exclusivamente transportados por
vírus, agora são instalados quando o usuário baixa um arquivo da internet e o
executa. Prática eficaz devido a enorme quantidade de e-mails fraudulentos que
chegam nas caixas postais dos usuários. Tais e-mails contém um endereço na Web
para a vítima baixar o cavalo de Tróia, ao invés do arquivo que a mensagem diz
ser. Esta prática se denomina phishing, expressão derivada do verbo to fish,
"pescar" em inglês. Atualmente, a maioria dos cavalos de Tróia visam a sites
bancários, "pescando" a senha digitada pelos usuários dos micros infectados. Há
também cavalos de Tróia que ao serem baixados da internet "guardados" em falsos
programas ou em anexos de e-mail, encriptografam os dados e os comprimem no
formato ZIP. Um arquivo. txt dá as "regras do jogo": os dados foram
"seqüestrados" e só serão "libertados" mediante pagamento em dinheiro para uma
determinada conta bancária, quando será fornecido o código restaurador.
Também os cavalos de tróia podem ser usados para levar o usuário para sites
falsos, onde sem seu conhecimento, serão baixados trojans para fins criminosos,
como aconteceu com os links do google, pois uma falha de segurança poderia levar
um usuário para uma página falsa. Por este motivo o serviço esteve fora do ar
por algumas horas para corrigir esse bug, pois caso contrário as pessoas que não
distinguissem o site original do falsificado seriam afetadas.
Outra conseqüência é o computador tornar-se um zumbi e, sem que o usuário
perceba, executar ações como enviar Spam, se auto-enviar para infectar outros
computadores e fazer ataques a servidores (normalmente um DDoS, um acrônimo em
inglês para Distributed Denial of Service – em português, ataque distribuído de
negação de serviço). Ainda que apenas um micro de uma rede esteja infectado,
este pode consumir quase toda a banda de conexão com a internet realizando essas
ações mesmo que o computador esteja sem utilização, apenas ligado. O objetivo,
muitas vezes é criar uma grande rede de computadores zumbis que, juntos, possam
realizar um grande ataque a algum servidor que o autor do vírus deseja
"derrubar" ou causar grande lentidão.
Hijackers
Hijackers são programas ou scripts que "sequestram"
navegadores de Internet. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial
do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou
janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso
a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).
Vírus no Orkut
Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de vírus no
Orkut que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os
contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de
um micro infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles
que receberem o recado precisam clicar em um link para se infectar, a relação de
confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário
clicar sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um
arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de
baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para
todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usa a rede do
Orkut, o vírus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico
Banker.
Estado Zumbi
O estado zumbi em um computador ocorre quando é infectado e
está sendo controlado por terceiros. Podem usá-lo para disseminar, vírus,
keyloggers, e procedimentos invasivos em geral. Usualmente esta situação ocorre
pelo fato da máquina estar com seu Firewall e ou Sistema Operacional
desatualizados. Segundo estudos na área, um computador que está na internet
nessas condições tem quase 50% de chance de se tornar uma máquina zumbi, que
dependendo de quem está controlando, quase sempre com fins criminosos, como
acontece vez ou outra, quando crackers são presos por formar exércitos zumbis
para roubar dinheiro das contas correntes e extorquir.
Vírus de Macro
Os vírus de macro (ou macro vírus) vinculam suas macros a
modelos de documentos gabaritos e a outros arquivos de modo que, quando um
aplicativo carrega o arquivo e executa as instruções nele contidas, as primeiras
instruções executadas serão as do vírus.
Vírus de macro são parecidos com outros vírus em vários aspectos: são códigos
escritos para que, sob certas condições, este código se "reproduz", fazendo uma
cópia dele mesmo. Como outros vírus, eles podem ser escritos para causar danos,
apresentar uma mensagem ou fazer qualquer coisa que um programa possa fazer.
Resumindo, um vírus de macro infecta os arquivos do Microsoft Office (.doc -
word, .xls - excel, .ppt - power point, .mdb - access.)
[editar] Novos meiosMuito se fala de prevenção contra vírus de computador em
computadores pessoais, o famoso PC, mas pouca gente sabe que com a evolução,
aparelhos que tem acesso à internet, como muitos tipos de telefones celulares,
handhelds, VOIP, etc podem estar atacando e prejudicando a performance dos
aparelhos em questão. Por enquanto são casos isolados, mas o temor entre
especialistas em segurança digital é que com a propagação de uma imensa
quantidade de aparelhos com acesso à internet, hackers e crackers irão se
interessar cada vez mais por atacar esses novos meios de acesso a web. Também se
viu recentemente que vírus podem chegar em produtos eletrônicos defeituosos,
como aconteceu recentemente com iPODS da Apple, que trazia um "inofensivo" vírus
(qualquer antivírus o elimina, antes que ele elimine alguns arquivos contidos no
iPOD), nessas situações, avisar o fabricante é essencial para evitar danos muito
grandes
Existem igualmente vírus que são executados quando se entra na página através de
browser, mais conhecido como vírus "Script", podendo ser utilizado para invadir
o computador ou plantar outro vírus no computador.
SPLOG
Existem também o falso blog, ou splog, que nada é mais do que
um blog em que na realidade de propaganda, quase sempre, isso é geralmente para
ao avancar as vendas de algum produto, raramente faz algum mal, mas pode conter
links que podem ser perigosos.[1]
Detectando, prevenindo e combatendo os vírusNada pode garantir a segurança total
de um computador. Entretanto, você pode melhorar a segurança dele e diminuir a
probabilidade de ser infectado.
Remover um vírus de um sistema sem a ajuda das ferramentas necessárias é uma
tarefa complicada até mesmo para um profissional. Alguns vírus e outros
programas maliciosos (incluindo o spyware) estão programados para re-infectar o
computador mesmo depois de detectados e removidos.
Atualizar o computador periodicamente é uma ação preventiva contra os vírus.
Além dessa opção, existem algumas empresas que fornecem ferramentas não
gratuitas, que ajudam na detecção, prevenção e remoção permanente dos vírus.
Para os usuários do sistema operacional (OS) Windows, abaixo segue a lista de
alguns sites que ajudam no combate contra os vírus.
Antivírus
Ver artigo principal: Antivírus
Os antivírus são programas desenvolvidos por empresas de segurança, com o
objetivo de detectar e eliminar vírus encontrados no computador. Os antivírus
possuem uma base de dados contendo as assinaturas dos vírus de que podem
eliminar. Desta forma, somente após a atualização de seu banco de dados, os
vírus recém-descobertos podem ser detectados.
Alguns antivírus dispõem da tecnologia heurística, que é uma forma de detectar a
ação de um vírus ainda desconhecido através de sua ação no sistema do usuário. A
Panda Software criou um serviço de heurística que foi muito popular, porque
detectou 98.92% dos vírus desconhecidos (não na sua base de dados) em um teste.
Agora, as pessoas com esta heurística podem ficar 98.92% mais descansadas!
Hoje em dia os Antivírus podem ter "Proteção em Tempo Real" que detecta os
códigos maliciosos desde que você inicie o computador até que o desligue. Esta
tecnologia torna mais fácil de o utilizador ficar protegido.
Firewall Pessoal
Ver artigo principal: Firewall
Os firewall's pessoais são programas desenvolvidos por empresas de software com
o objetivo de evitar que o computador pessoal seja vítima de ataques maliciosos
(ou os "Blended Threats" - codigos maliciosos que se espalham pela Internet sem
que o utilizador do computador que infecta/está a infectar saiba) e os ataques
de programas espiões. Falando da sua função relacionada com os vírus, este
programa vigia as "portas" (as portas TCP/IP são os meios de comunicação,
associado a um determinado aplicativo, que deixam trafegar a informação do
computador para a rede), de maneira a impedir que os vírus ataquem num
determinado protocolo. Assim, se instalar um firewall pessoal em seu computador,
o usuário está protegido contra ataques de muitos vírus, evitando que eles
tenham acesso ao seu computador e a seus arquivos! O firewall também protege de
ataques de cracker's (pessoas que pretendem invadir o seu sistema ), porque ao
vigiar o tráfego das portas dos protocolos, conseguem detectar tentativas de
intrusões no seu sistema por um computador remoto.
Antiespiões (antispywares)
Ver artigo principal: Antispyware
Um anti-spyware é um software indicado para eliminar os espiões (spywares), ou,
quando pouco, detectá-los e, se possível, inativá-los, enviando-os a quarentena.
Tal como os antivírus, necessitam ter sua base de dados atualizada
constantemente.
Os anti-spywares costumam vigiar certas entradas no registro do Windows para
detectar tentativas de infecção, mas eventualmente não conseguem identificar o
que está tentando alterar o registro - podendo ser mesmo um spyware ou de fato
um vírus.
Engenharia social
Embora se tenha dado um grande avanço no sentido de se tornar
sistemas computacionais cada vez mais seguros, isso pode de nada valer frente a
engenharia social, que consistem em técnicas para convencer o usuário a entregar
dados como senhas bancárias, número do cartão de crédito, dados financeiros em
geral, seja numa conversa informal e despreocupada em uma sala de bate papo, em
um messenger, onde geralmente costumam ocorrer tais atos, e até mesmo
pessoalmente.
Por isso, NUNCA se deve fornecer qualquer tipo de senha de qualquer espécie,
pois a porta de entrada para a perda de informações, espionagem, furto de
dinheiro em uma conta bancária e detalhes pessoais podem cair na mãos de pessoas
desconhecidas que não se sabe que tipo de destino podem dar a essas informações.
Atualmente, são obtidos dados dessa espécie e dados mais específicos também
(tipo senhas de redes de computadores de empresas, localização de back door,
etc.).
A engenharia Social, não possui o menor vínculo com o hacking, são técnicas
totalmente diferentes uma da outra. "O Engenheiro Social prevê a suspeita e a
resistência, e ele está sempre preparado para transformar a desconfiança em
confiança. Um bom Engenheiro social planeja o seu ataque como um jogo de xadrez.
"[2]
Dinheiro em forma de bits
Com tantos crackers obtendo senhas ao redor do mundo, é
inevitável a criação de vínculos entre eles, que passam a usar dados roubados
como moeda de troca. Hoje os dados de acesso dos usuários são comercializados
por verdadeiras quadrilhas online. É comum encontrar mensagens do tipo "Tenho a
senha de 100 contas bancárias do banco X, quem dá mais por elas?" em diversos
fóruns especializados. Um verdadeiro mercado negro se forma em salas de
bate-papo clandestinas, onde essas negociatas são realizadas entre um verdadeiro
oceano de códigos, siglas e abreviaturas - um prato cheio para os cyberladrões.
De posse de dados de acesso a contas bancárias, os criminosos virtuais conseguem
realizar fraudes e transferências ilegais de dinheiro com grande facilidade. Há
um golpe também conhecido onde os ladrões realizam pagamentos de contas de
terceiros online utilizando contas correntes roubadas. Mas as contas bancárias
não são os únicos alvos: contas de acesso em comunidades virtuais também são
utilizadas em fraudes e para plantar mensagens com links para download de vírus
e trojans.
Fonte Wikipédia